quinta-feira, 7 de junho de 2007

Teu olhar
Bate a brisa gélida, ventos do norte
bate a brisa mansa e mais forte
carregando o farol luminoso de teu olhar
Brisa e farol que apontam um porto seguro
onde chegar, onde partir, onde voltar.
Cavalguei olhos de tempestades
conheci o mundo e seus mistérios
ri um pouco ao lado dos histéricos
e eis-me aqui inerte, entregue, vencido
por teu frágil olhar.
O olhar que dissolve todos os venenos
que aplaca ventos fortes de meu ser,
que varre e semeia os terrenos
o olhar que varre os polos, os extremos
esta brisa que aponta para um lugar.
Rendo-me a ti brisa mansa
rendo-me a ti dança das crianças
dança entre céu e terra
dança entre paz e guerra
entre planícies e serras
de teu frágil olhar.

Nenhum comentário:

Buddha Quote of the Day